sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Num Domingo de sol...

Às vezes tem de ser. Sair de casa pela manhã e aproveitar todos os minutinhos de sol e ar puro que o dia tem para nos dar.

O rumo a Faro foi uma opção condicionada, mas já sabem que eu gosto desta cidade e podiamos aproveitar o destino forçado e transformá-lo em algo bom. Os parques onde a minha avó me levava a brincar continuam por lá, igualmente verdes, com pombos a esvoaçar por milho, o campo de futebol de 5 onde eu tentava patinar com uns patins completamente básicos presos aos pés por algo semelhante (não seria mesmo?!) a coleiras de cão. A pequena rendeu-se assim que ouviu a palavra parque e claro, aproveitou todos os minutinhos que lá passámos.


Depois seguimos para a cidade velha, almoçámos numa tasquinha de petiscos e chegámos à ria.

"Olha o MAR! Olha o MAR!" - gritava a pequena enquanto arrancava sorrisos às pessoas que iam passando e se aproximava do arco com a ria do outro lado...

E os barcos, e as gaivotas e outro parque...


E tantos motivos para ser feliz...

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Sozinhas

Eu e a minha princesa...

(o João acompanha-nos,
dentro da barriga,
mas tirando uma ou outra coceguinha,
está sossegado no quentinho,
e hoje somos só nós).




Enroscadas uma na outra, diz-me 1537 vezes que gosta de mim.

Quando lhe respondo que também a adoro diz-me
"Eu sei mamã, eu sei..."
e faz-me uma festa na cara...

O João sente o coração cheio da mãe,
e faz-me mais uma coceguita,
se calhar a dizer que também está feliz
por ter a mana que tem.

À maneira dela

Contrariar o vicio do ipad não é fácil.

- Vai buscar um jogo Alarica...
- Aqui (ipad) tem jogos...
- Não, um das caixas para fazermos todos...

e ela lá vai...

Quando não lhe apetece fazer puzzles ou outros jogos, normalmente o tema pinturas fá-la render-se. Aqui já tinha pintado todas as folhas que lhe dei e colocado a secar na porta do frigorífico. Como o que estava à mão eram as toalhitas para se limpar, foi essa a tela escolhida para continuar...


Pinturas ou borrões? Para mim, desde que seja à maneira e ao gosto dela, está tudo bem... :)

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Sua magra!

Aqui a ranhosa comprou estas jeans maravilha...

... e sente-se mesmo giraça dentro delas. A barriga de 3 meses e meio desta gravidez parece a minha barriga de 5 meses da minha Alarica... ao fim do dia está enormeeee. E eu gosto tanto...

Ahhh e mais... comprei um 34 e como têm elasticidade a intenção é vesti-las até ao fim da gravidez! E depois claro, porque o modelo destas calças permite retirar a cinta da barriguita e colocar outra cintura. Lindas!

Quando (SE!) eu engordar quilos intermináveis vou-me encolher toda para caber lá dentro ehehehehe

Coisas dos tempos modernos


Pretendo comprar dois ou três álbuns de fotografias. Simples, folhas que permitam a colocação de fotografias 15*20 e 10*15. Um álbum normalíssimo portanto.

Julgo que há 10 anos atrás a dificuldade seria a escolha dada a oferta existente no mercado. Hoje em dia, e pelo menos nestas paragens este artigo parece ter praticamente desaparecido das lojas. A Fnac tem meia dúzia (ou menos) de exemplares. As lojas de fotografias fecharam quase todas e grandes superfícies pura e simplesmente deixaram de os ter. Os chineses têm mas são feios como o raio.

Agora imaginem o filme. Eu na Worten, secção de fotografia. Um sem número de máquinas e rolos e molduras digitais. Um empregado a passar e uma pergunta:

'Tem álbuns de fotografias?'

De resposta tive uma cara estranha quase de incredulidade e como se não soubesse do que eu estava a falar. Insisto:

'Sabe, aqueles álbuns onde antigamente colávamos as fotos que imprimia-mos'.

'Ahhhh não, não há...'

Hoje em dia tiramos milhares de fotografias e não imprimimos praticamente nada. Servem para quê então? Vou tentar na net ou numa casa de fotografias do comércio local que tenha resistido... ainda não perdi a esperança...

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Ser mãe... ou não.

Ontem o tema de discussão num dos programas da tarde eram as mulheres que não queriam ser mães.

Continua a ser um tema polémico, principalmente pela forma como as pessoas encaram esta opção de vida. Há uns meses numa reportagem via uma mulher assumir que mentia quando lhe perguntavam o porquê de não ter filhos. Dizia ela que não podia porque desta forma se acabavam as perguntas, enquanto que se dissesse a verdade, que não tinha porque não queria, a discussão não terminaria tão cedo.

Cada pessoa faz as suas opções e não me faz confusão que as pessoas se queiram dedicar a outras vertentes da sua vida, às vezes menos compatíveis com a maternidade. Ou porque pura e simplesmente não se vêem como mães e com a responsabilidade de criar, educar e fazer feliz um ser totalmente depende delas.

No entanto no programa de ontem houve uma afirmação que me deixou de boca aberta. A história daquela senhora que não queria ter filhos, passava por uma adolescência com um irmão mais novo (16 anos), cujo nascimento lhe cortou muito a liberdade que desejava naquela fase da sua vida. Por ter esta experiência, a senhora disse qualquer coisa do género:

"Eu tive muita sorte! Tive esta experiência do que é ser mãe e pude decidir que isto não é o que queria para mim. Quantas mães que se calhar têm os filhos porque é natural tê-los desejam voltar atrás, porque não gostam dos filhos que têm, dos filhos que lhes calharam e já não podem, não há nada a fazer!"

Sinceramente fiquei chocada com esta afirmação. Parece que deviamos poder ir escolher os nossos filhos a uma prateleira do supermercado e que se não houvesse o modelo que queríamos devíamos rejeitar os outros.

Esta senhora não sabe que o amor de mãe é incondicional...

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Ginástica

Começou há cerca de um mês uma aula de ginástica extra áquela que tem semanalmente na escolinha. Depois de algumas aulas em que o meu stress foi mais que muito as coisas aos poucos parecem estar a entrar nos eixos.

Como estas actividades são para a estimular e têm de ser essencialmente divertidas não estava pronta para insistir muito. Nalgumas aulas não fez praticamente nada do que a professora pediu, andou por lá a correr pelo ginásio e a saltar nos colchões, completamente desligada do resto da classe. Eu já percebi que ela é preguiçosa... quando a professora pede alguma coisa mais 'exigente' ela tenta fazer e depois deixa-se cair no chão, em sinal de profundo 'desgaste fisico'!

Mas aos poucos tem evoluído, ela continua a dizer que quer ir e ficar feliz no dia de calçar as sabrinas. O facto de ter os primos como colegas e a prima maior que ela adora como professora também ajuda... Para já, lá estarei eu, duas vezes por semana, agarrada à minha barriguita, a ver a minha filha mais velha :)