terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Ho ho ho...

Fomos ver chegar o Pai Natal mas a minha pequena só o quis ver mesmo ao longe. Nem o miminho que ele estava a dar a todos os meninos a fez mudar de ideias.

Pensei que era a timidez normal dela, não insisti mas fiquei alerta quando me disse baixinho que tinha medo que ele lhe dissesse que ela não se tinha portado bem…

Fiquei com o coração pequenino a imaginar que aquela menina doce, amiga, solidária, carinhosa e por aí fora porque os pais não poupam nos elogios aos filhos, pudesse pensar que não merecia um presente por eventualmente se ter portado mal. E pior ainda me senti quando percebi que essas ideias somos nós que lhes colocamos na cabeça. Que alguém os castiga se não forem assim ou assado. 

Eu quero que eles (os meus dois pirralhos) sejam bons meninos porque é bom para eles, porque podem fazer a diferença na vida das outras pessoas, porque se sentirem bem com eles mesmos serão felizes e é isso que mais desejo para eles.

Ainda assim, o Pai Natal continua a ter um peso grande no imaginário da minha boneca e não imaginam como ficou feliz por receber uma mensagem personalizada da parte do senhor barbas brancas. Ele confirmou que ela se portou muito bem e ela ainda não acredita que o Pai Natal sabe que ela anda na escola primária em Portugal e lhe enviou um email ;)




quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

1 ao 24

O nosso calendário tem actividades, guloseimas e dias livres. 

É um calendário à nossa medida e por isso podemos trocar os bilhetes, juntar duas ou mais actividades numa tarde ou pura e simplesmente não as fazer. Resumindo, o calendário serve como guia mas a realidade é que para sermos felizes com estas coisas só fazemos mesmo o que nos apetece naquele momento, sem obrigações (mas desconfio que nos vai apetecer fazer tudo, só o tempo nos poderá condicionar).

Começou dia 1 com a preparação do calendário. Uns sacos do Ikea, um resto de esferovite que por acaso tinha o formato de árvore de Natal (é um triângulo mas a imaginação é tudo) e pioneses. 

Actividade de hoje: jantar chouriço assado, castanhas e caldo verde… o que eu gosto do calendário do advento… ;)




Do 1 ao 24 vai ser mesmo um pulinho.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Quentinho

Foi assim o fim de semana. Quentinho do sol, quentinho do amor dos amigos e quentinho do aconchego da família.

Antes da festa da mummy decoraram a árvore os dois, com música de Natal e tudo. A pequena, com muita paciência, a ensinar o pequeno como o fazer…


Para o almoço não optei por nenhum dos bolos do post anterior... fiz os três!




Bolo de cenoura e nozes… (este bolo é DELICIOSO!!!)




E 'nozes'… :)

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Plim… mais um!

Fiz uma delicia de chocolate para comer à sobremesa com os colegas mas a pequena roubou-lhe logo uma fatia. 

A festa a sério é no Domingo, com os de sempre, para comemorar sem pressas e a partilhar o que cada um tem de mais importante: o tempo.

Até lá vou pesquisando o que será a sobremesa...

Receitas novas...




Ou a repetição do ano passado...



segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Pizza e pudim

Dois dias de namoro, regresso, dia de chuva passado em casa com os pintainhos debaixo da asa. 

Se há dias que me enchem o coração são estes, assim. Simples, sem expectativas de programas fabulosos e com o aconchego de estarmos com aqueles que mais importam. Ver tv, jogar às cartas, brincar com os carrinhos e comer um pudim depois da pizza.

Hoje, o dia passado com o pequeno que me arrebata o coração a cada sorriso, palavra e por vezes até com as traquinices.

Vamos à rua, vamos mamã… Ao páquê! 

E fomos. Vimos borboletas (havia uma cor de laranja que parecia que nos seguia), fomos espreitar a piscina, andamos no baloiço e contamos as torneiras da rega. 



segunda-feira, 17 de novembro de 2014

30 em 6

Qualquer coisa como 30kms em 6 horas. 

Sem parar. Subir e descer. Olha já passámos ali em baixo. Olha bem onde estivemos lá em cima. 

Caminhos largos e abertos, trilhos apertados, rodeados de medronheiros, alfarrobeiras e sobreiros. O cheiro a campo. A lama nas sapatilhas. As barritas e os frutos desidratados para dar energia. 

Os músculos a ameaçarem mas a cabeça a levar a melhor (até porque desistir não era opção, não havia carro que chegasse aos trilhos onde andávamos)

6 horas a conviver e a ultrapassar os limites.





Rocha da Pena, 
havemos de nos voltar
 a ver em breve...