quinta-feira, 5 de março de 2015

9/52 & Dia 4

A fotografia da semana já vem uns dias atrasada.


Roubei a ideia de uma amiga e 
coloquei umas luzes debaixo da cama e o 
esconderijo / tenda / camadebaixo / cantodeleituraebrincadeira 
ficou ainda mais giro…

No registo da adaptação à escola, dia 4: 

o choro da chegada deu lugar a um beicinho;

o choro à hora de almoço deu lugar a um J. que comeu a sopa quase toda e um bom bocado de salada russa;

e os olhinhos de 'finalmente chegaste para me buscar' deram lugar a 'um sorriso largo e um sonoro quero os meus carrinhos!'.

Já no carro contou-me que brincou com o carrinho amarelo e verde.

E eu estou muito feliz e de coração apaziguado… 




quarta-feira, 4 de março de 2015

Dia 3

A adaptação à escola continua. O choro começou logo em casa hoje. Que queria ir passear, queria ir ao parque, não queria ir para o carro da mãe. Depois de estar no carro dizia que queria ir para a avó… chorou e resmungou até à porta da sala.

Quando viu a educadora e me aproximei dela estendeu os bracinhos e lá ficou.

Diz que esteve bem, acalmou rápido e brincou. Quando foram almoçar recusou a comida e chorou (foi o primeiro dia em que ficou para almoçar).

Amanhã a educadora que o teu recebido de manhã chega mais tarde… ME-DO!!!

terça-feira, 3 de março de 2015

É a loucura!!!

No Domingo

Ontem



Daqui a uns dias


Dia 2

Eu sei que é normal mas custa.

Custa saber que o meu pequenote chorou o tempo quase todo* em que esteve na escola…

Sai de lá com aquela espécie de conforto em saber que ficou a chorar mas passado um bocadinho iria acalmar e brincar mas o malandreco trocou-me as voltas e ficou sempre a chorar.

Depois quando eu chego para buscá-lo sai do elevador como se não fosse nada, falador, bla bla bla, e apenas as bochechas vermelhas denunciam o estado anterior…

Isto é uma fase, isto é uma fase, isto é uma fase...


* o tempo todo foi cerca de hora e pouco

segunda-feira, 2 de março de 2015

34.04

Quilómetros, foram muitos quilómetros...

Um Domingo a andar. Mesmo a alimentação foi em movimento, não havia margem para parar muito tempo ou os pés podiam recusar recomeçar. 


Depois dos 20 kms tive alguns momentos com menos energia e na recta final foi muito mais fácil correr do que sentir cada passo (e cada centímetro dos pés).

A companhia, o sol, as paisagens, o sentimento de missão cumprida, motivos que nos levam a repetir estes programas muitas vezes, mesmo quando muitos nos chamam de loucos! 

Daqui a nada, 
quando fizerem 24h desde que cheguei, 
vou correr… 
dizem os entendidos que desta forma 
amanhã não me dói nada ;)