segunda-feira, 13 de abril de 2015

15/52

Ela foi a uma festa. 

Ele foi a outra.



(está tudo bem - ele está na avó 
um bocadinho melhor -
mas eu estou a ressacar do vírus 
com uma grande enxaqueca…)

quarta-feira, 8 de abril de 2015

14/52


Afinal o Verão ainda não tinha vindo para ficar. Estávamos em Março, era realmente um bocadinho cedo e sempre se verifica a sabedoria popular do Abril água mil


Era o último dia de férias para ela, dia de gazeta para ele. Choveu mas não faz mal, em casa tínhamos comboios, princesas e vidros embaciados para desenhar. Tudo o que precisávamos estava ali nas nossas mãos. Não será assim tantas vezes?

quinta-feira, 2 de abril de 2015

13/52

O parque é muitas vezes o mesmo (uma, duas, três, quatro)… é pequenino, já não tem escorrega porque alguém partiu, mas é o da 'nossa aldeia' e aquele que eles escolhem quase sempre sem pensar.





Há parques melhores mas somos felizes neste…

Que a vossa Páscoa tenha tudo o que este parque tem: 
luz, alegria, amor, calor, sorrisos...

segunda-feira, 30 de março de 2015

sexta-feira, 27 de março de 2015

A duas

A sugestão de uma amiga: aproveitar a viagem de trabalho do marido para uma escapadela a duas.

Pequeno nos avós. Pequena MUITO entusiasmada com a ideia e ainda mais quando a pusemos em prática. 


Íamos ver o Paddington, mas a familia à nossa frente demorou TANTO a comprar os bilhetes (que fizeram questão de pagar um a um) e as pipocas, e os ice teas, e os nachos com queijo (JURO!!!) que quando chegou finalmente a nossa vez estava esgotado. A Cinderella começava 10 minutos depois e adoramos!

No dia seguinte fomos ao Oceanário… ela adora, eu adoro…



Ela queria tirar fotografias às lontras e arranjou maneira de o fazer...


Tantas vezes que já fomos ao Oceanário e nunca tínhamos visto esta espécie :) Ainda fez um grande 'Adeus' à pequena (que me esclareceu não ser um Adeus mas um Olá uma vez que o senhor não ia a lado nenhum).



As coisas pouco planeadas às vezes são as melhores… bom fim de semana!

terça-feira, 24 de março de 2015

Lições

Hoje não queria por o casaco.

Depois não queria por o gorro.

E gritava. E tirava os braços das mangas com uma destreza maior que a minha, que já tinha uma mala e uma mochila a tiracolo para sairmos.

Falei, falei, falei e ralhei porque queria sair de casa e estávamos nisto há quase 20 minutos… a paciência a fugir mais rápido do que eu conseguia controlar, confesso...

Atirou o comboio ao chão. Pedi que apanhasse o comboio se o queria levar consigo porque íamos sair. Não apanhou e saímos. E chorou e voltei a abrir a porta e pedi que fosse buscar. E não foi e voltamos a sair. E voltou a chorar. E fiz isto mais uma vez. E em pé, com o comboio aos pés, de cabeça baixa sem olhar para mim, não o apanhou. Apanhei eu, passei-lho para as mãos e saímos.

Não sei se é de ter dois anos e tal, se é de ser gémeos ou se é feitio… para mim esta cena foi uma repetição de uma que vi há mais de trinta anos entre o meu irmão e o meu pai. Havia algo atirado ao chão e ele não apanhava. O meu pai ralhou e bateu-lhe, por um tempo que a mim me pareceu infinito e ele não apanhou. Não sei se o meu irmão e o meu pai aprenderam alguma lição naquele dia mas eu aprendi...