No campo, sempre que podemos...
segunda-feira, 2 de maio de 2016
quinta-feira, 28 de abril de 2016
A culpa é delas*
*hormonas
Para ajudar à festa o nosso trabalho torna-se uma loucura a partir de Abril e Maio, as rotinas alteram-se, o pai passa muitas horas no escritório e eu só não passo porque os pequenos precisam de mim, mesmo que seja em modo chata… assim, nos últimos dias tivemos direito a resmunguice com coisas boas à mistura.
Lição a registar: mesmo quando és muito chata acontecem coisas boas. Os dias não são todos perfeitos mas são todos para ser vividos com consciência.
segunda-feira, 18 de abril de 2016
Xô fim de semana!
Bem-vinda Segunda Feira!!!
Não me lembro de ter ansiado tanto por uma segunda feira. Sábado os pequenos estavam impossíveis (ou eu estava com um nível de paciência muitooo reduzido, sendo esta a hipótese mais forte).
Sexta à noite, Sábado de manhã e Domingo o dia todo cozinhei, limpei, lavei, passei a ferro, etc, etc, etc. Ontem sentei-me 20 minutos para tricotar durante a tarde e deitei-me às 21.30h porque não aguentava mais.
Bem-vinda semana! Vou tratar-te bem para o próximo fim de semana ser mais relaxante…
Não me lembro de ter ansiado tanto por uma segunda feira. Sábado os pequenos estavam impossíveis (ou eu estava com um nível de paciência muitooo reduzido, sendo esta a hipótese mais forte).
Sexta à noite, Sábado de manhã e Domingo o dia todo cozinhei, limpei, lavei, passei a ferro, etc, etc, etc. Ontem sentei-me 20 minutos para tricotar durante a tarde e deitei-me às 21.30h porque não aguentava mais.
Bem-vinda semana! Vou tratar-te bem para o próximo fim de semana ser mais relaxante…
sexta-feira, 8 de abril de 2016
Os pequenos também têm problemas
A minha pequena tem uma faceta muito dramática. Já o tinha dito aqui. Normalmente essa veia aparece o fim do dia, no regresso a casa, quando ela está mais cansada. Por norma sou eu que estou com ela. Quando o pai apanha esses dramas fica desesperado, super deprimido sem saber o que fazer. Ela chora, aquilo vem-lhe da alma e ele não consegue separar o que é o drama causado pelo cansaço. Queixa-se dos amiguinhos, exagera algumas situações mas completamente convicta que tem toda a razão e o mundo é injusto com ela.
Ontem foi mais um dia desses. A maior parte do caminho eu tive de conter o riso* porque ela quando está assim diz coisas e usa expressões tão engraçadas que para mim são pérolas. Ontem o episódio foi avançando, que a amiga diz que já não vai ser mais amiga dela, que a obriga a brincar e que ela já cometeu um grande erro ao perdoa-la tantas vezes (esta foi uma das que me fez rir). Que se ela é amiga verdadeira não pode dizer essas coisas porque 'ela fica com o coração partido'. Esta não me fez rir, trouxe-me as lágrimas aos olhos… depois continuou, lembrou-se do avô, de como tinha saudades dele, das coisas que fazia com ele, da culpa que sente por às vezes não gostar dele e querer antes ir com a avó, de não perceber que ele ia morrer… bem, foi desolador. Confortei o melhor que soube, dei espaço para chorar, colinho (estacionamos e ficámos no carro a conversar), contei-lhe do que me lembro do meu avô que morreu quando eu tinha a idade dela, de como ficam as boas memórias e que de cada vez que pensamos neles eles estão presentes na nossa vida.
Fomos para casa e fui tentando tirá-la daquele estado. Só uma história sobre o irmão a conseguiu animar. Logo de seguida ele chegou e as coisas voltaram ao normal. Não é fácil ver os nossos filhos a sofrer mas às vezes faz parte. Ainda não fez um ano desde a morte do avô e ela raramente fala sobre isso. E eu sei que está lá. Tento sempre que ela perceba que é uma coisa triste mas natural e que devemos falar sobre isso sempre que precisemos.
* Nunca desvalorizo os desabafos dela nem a deixo perceber quando as coisas me fazem rir. Não estou a rir do que a faz ficar triste, fico impressionada com a forma como exterioriza algumas coisas de forma tão emocional e coerente. Se todos os adultos fossem assim as coisas eram mais simples.
Ontem foi mais um dia desses. A maior parte do caminho eu tive de conter o riso* porque ela quando está assim diz coisas e usa expressões tão engraçadas que para mim são pérolas. Ontem o episódio foi avançando, que a amiga diz que já não vai ser mais amiga dela, que a obriga a brincar e que ela já cometeu um grande erro ao perdoa-la tantas vezes (esta foi uma das que me fez rir). Que se ela é amiga verdadeira não pode dizer essas coisas porque 'ela fica com o coração partido'. Esta não me fez rir, trouxe-me as lágrimas aos olhos… depois continuou, lembrou-se do avô, de como tinha saudades dele, das coisas que fazia com ele, da culpa que sente por às vezes não gostar dele e querer antes ir com a avó, de não perceber que ele ia morrer… bem, foi desolador. Confortei o melhor que soube, dei espaço para chorar, colinho (estacionamos e ficámos no carro a conversar), contei-lhe do que me lembro do meu avô que morreu quando eu tinha a idade dela, de como ficam as boas memórias e que de cada vez que pensamos neles eles estão presentes na nossa vida.
Fomos para casa e fui tentando tirá-la daquele estado. Só uma história sobre o irmão a conseguiu animar. Logo de seguida ele chegou e as coisas voltaram ao normal. Não é fácil ver os nossos filhos a sofrer mas às vezes faz parte. Ainda não fez um ano desde a morte do avô e ela raramente fala sobre isso. E eu sei que está lá. Tento sempre que ela perceba que é uma coisa triste mas natural e que devemos falar sobre isso sempre que precisemos.
* Nunca desvalorizo os desabafos dela nem a deixo perceber quando as coisas me fazem rir. Não estou a rir do que a faz ficar triste, fico impressionada com a forma como exterioriza algumas coisas de forma tão emocional e coerente. Se todos os adultos fossem assim as coisas eram mais simples.
quarta-feira, 6 de abril de 2016
Youtubices
O youtube está a transformar o meu filho em luso-brasileiro.
Nas últimas semanas trocou a loucura dos vídeos de carros e corridas pela Porquinha Peppa.
Como há muitos vídeos em português do brasil agora ouvimos disto com sotaque português de portugal:
Mamãe, posso comer cereais?
Puxa vida, ainda bem que a porta está aberta…
Ohhh estraguei o carro… mas o papai pode consertar…
Você pode ir comigo procurar colunas? Você é uma senhora e eu sou o papai… (o meu filho adora ver as colunas de som, os alarmes de incêndio, as câmaras de vigilância)…
E está sempre a usar os verbos no gerúndio. Está chovendo… estou falando… estou consertando…
E por ai fora… isto assim nem tem muita piada mas ouvir estas coisas dele arranca-me sempre uma gargalhada <3
Nas últimas semanas trocou a loucura dos vídeos de carros e corridas pela Porquinha Peppa.
Como há muitos vídeos em português do brasil agora ouvimos disto com sotaque português de portugal:
Mamãe, posso comer cereais?
Puxa vida, ainda bem que a porta está aberta…
Ohhh estraguei o carro… mas o papai pode consertar…
Você pode ir comigo procurar colunas? Você é uma senhora e eu sou o papai… (o meu filho adora ver as colunas de som, os alarmes de incêndio, as câmaras de vigilância)…
E está sempre a usar os verbos no gerúndio. Está chovendo… estou falando… estou consertando…
E por ai fora… isto assim nem tem muita piada mas ouvir estas coisas dele arranca-me sempre uma gargalhada <3
sexta-feira, 1 de abril de 2016
Limpar a cabeça
Gazeta ao trabalho para ficar a organizar a casa e ter tempo livre no fim de semana.
Gosto destes dias de primavera quando se podem abrir as janelas, deixar entrar o ar fresco e as moscas, deixar sair o pó (não gosto nada de limpar em dias de chuva), por coisas a apanhar sol (daqui a bocado espero estar no lugar das coisas)...
A minha varanda cheia de tudo e o terraço ali ao lado está igual. Lista e listas para não me esquecer de nada. Olhos nos emails do trabalho. Roupa, montanhas de roupa para dobrar/passar/estender (neste momento estão os fatos de carnaval que aqui se usam o ano todo na máquina). Almoço de café com leite e pão de ló com requeijão porque me esqueci de fazer almoço. E os olhos nas agulhas que com esta azafama toda vou ter tempo de lhes pegar amanhã ou depois…
Gosto MESMO destes dias.
Bom fim de semana!
segunda-feira, 28 de março de 2016
#diasperfeitos
Olhar com o coração.
E descobrir que a felicidade está em todo o lado…
#serfeliz #saberoqueimporta #afelicidadenãoseprocura
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