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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Conto da Maria

Chegou. Nós estávamos em falta porque não iamos aos correios há uns dias.

Fomos na expectativa de ter esta surpresa e lá estava. Foi recebida com muitos sorrisos.

O da pequena não chegou embrulhado ao Natal, nem pouco mais ou menos. Queríamos muito, eu e ela, ler e ver as ilustrações da Marta. E não ficamos desiludidas. Longe disso.

Os outros exemplares vão para debaixo da árvore de duas meninas lindas, e tenho a certeza que vão gostar tanto como nós.

Obrigada Marta. És uma querida.

xxx

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Ser mãe... ou não.

Ontem o tema de discussão num dos programas da tarde eram as mulheres que não queriam ser mães.

Continua a ser um tema polémico, principalmente pela forma como as pessoas encaram esta opção de vida. Há uns meses numa reportagem via uma mulher assumir que mentia quando lhe perguntavam o porquê de não ter filhos. Dizia ela que não podia porque desta forma se acabavam as perguntas, enquanto que se dissesse a verdade, que não tinha porque não queria, a discussão não terminaria tão cedo.

Cada pessoa faz as suas opções e não me faz confusão que as pessoas se queiram dedicar a outras vertentes da sua vida, às vezes menos compatíveis com a maternidade. Ou porque pura e simplesmente não se vêem como mães e com a responsabilidade de criar, educar e fazer feliz um ser totalmente depende delas.

No entanto no programa de ontem houve uma afirmação que me deixou de boca aberta. A história daquela senhora que não queria ter filhos, passava por uma adolescência com um irmão mais novo (16 anos), cujo nascimento lhe cortou muito a liberdade que desejava naquela fase da sua vida. Por ter esta experiência, a senhora disse qualquer coisa do género:

"Eu tive muita sorte! Tive esta experiência do que é ser mãe e pude decidir que isto não é o que queria para mim. Quantas mães que se calhar têm os filhos porque é natural tê-los desejam voltar atrás, porque não gostam dos filhos que têm, dos filhos que lhes calharam e já não podem, não há nada a fazer!"

Sinceramente fiquei chocada com esta afirmação. Parece que deviamos poder ir escolher os nossos filhos a uma prateleira do supermercado e que se não houvesse o modelo que queríamos devíamos rejeitar os outros.

Esta senhora não sabe que o amor de mãe é incondicional...

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Cuidado com o que desejam

Existem pessoas caladas.

Existem pessoas que desejamos ouvir e saber o que lhes vai na alma.

Existem momentos em que melhor era os nossos desejos não terem sido realizados...

terça-feira, 22 de março de 2011

Artur Agostinho


Cresci a admirá-lo. Pela sua maneira de estar. Pela excelência que empregava a tudo o que fazia. Por ser um profissional que a minha avó também muito admirava.

A última vez que o vi, nos Globos de Ouro, voltei a confirmar a sua eloquência, e a desejar que se chegar a tão bonita idade (90) conseguisse ter a mesma clareza de espírito.

Hoje é um dia triste para a familia, mas para apaziguar a dor e a saudade têm memórias fantásticas de um Homem que tiveram a sorte de ter nas suas vidas.