quinta-feira, 6 de julho de 2017

Ele, 5

O puto fez 5 anos (há um mês e tal). Ainda vou a tempo portanto.

Este post serve essencialmente para me lembrar que não lhe posso falar da festa antecipadamente. Devemos ter levado umas três semanas a acordar com choraminguices porque afinal não era ainda o dia da festa, eu era feia porque não o levava já à festa, e devia ir para a cozinha fazer um bolo para festejar. 

O dia chegou. Os amigos e família vieram, ele brincou, sorriu, refilou, correu, não deu pelo balão do 5 fugir e voar bem alto até desaparecer. Recebeu uma tonelada (e meia, vá) de carros de todas as cores, funções e feitios. Foi um dia lindo.

Na segunda feira voltou a festejar com os amigos na escola. E quando, uns dias depois, fomos festejar o aniversário de uns amigos, ele disse que a festa era dele porque eu tinha de lhe fazer muitas festas. Portanto de um ano para o outro deixou de ser o miúdo que escondia a cara para querer estar na linha da frente. 

E confirmamos isso na festa de final de ano do jardim de infância. 


No lugar do miúdo que ia para o palco mas ia contrariado apareceu um entertainer a desfrutar cada momento de fama. Estava tão determinado a fazer o que ensaiou, dançou com tanta convicção que eu chorei a rir o tempo todo. Foi maravilhoso de ver a alegria na cara dele. 

O meu J. está crescido. O meu J. é um menino crescido com 5 anos...

Bla bla bla

Há uns tempos imprimi as letras de várias canções* porque a pequena (que está grande) adora cantar. Exercemos essa prática quase sempre no carro (é dos únicos sítios que permite garantir a segurança dos ouvidos do resto do mundo).  

No outro dia, no meio da cantoria, eu peço desculpa pela minha voz. Diz ela que eu não canto mal e eu acrescento que também não canto bem. Ela concorda e rimos às gargalhadas. Remato que estou a passar ao lado de uma grande carreira na música e ela diz que não posso porque o meu cabelo não é fixe. E assim, ao mesmo tempo e do nada, fico a saber que o meu cabelo não é fixe e que para se ser cantor não precisas saber cantar mas apenas ter um cabelo fixe.

E enquanto as férias não chegam (não sei se as gajas já vêm a caminho ou não!) continuamos a ir ao parque depois de jantar, brincar com as crianças que estão cá de férias. Resultado: deitamos tarde, acordamos tarde, as manhãs são uma correria, mas é bom e temos tempo para rotinas depois... 



*Lusitana Paixão, Sete Mares, Dunas, Chamar a música, Não há Estrelas no Céu, mais algumas antigas e o Amar pelos dois, claro.

quinta-feira, 29 de junho de 2017

As coisas pequeninas

Noto um padrão nos últimos anos: quando chega o final de Junho o meu cérebro entra em modo vegetal. Assim que o trabalho folga ligeiramente torna-se muito complicado aguentar o barco até às desejadas férias (que nunca sabemos exatamente quando chegam)...

Contrariando o cansaço e a vontade de aterrar no sofá e não fazer nada durante duas semanas, começamos a trazer as férias até nós. Piscina, carrossel, passeios noturnos para aproveitar estas noites quentes e sem vento de Junho que às vezes não se tornam a repetir no verão. 

E é isso que desejo para todos este verão: que seja cheio de coisas pequeninas que vos façam muito felizes!






quarta-feira, 31 de maio de 2017

Cocktails ou outra coisa qualquer

É em dias como este que eu penso que seria interessante gostar de álcool.

Um copo de um bom vinho ou um mojito / caipirinha / caipiroska / gin e sei lá, em última hipótese uma cerveja gelada (esta última então detesto mesmo), talvez fossem a solução para o estado de nervos em que algumas pessoas me deixam.

Eu vou pensando, 'não sou eu, são elas' mas desconfio que um jarro de sangria atuava mais depressa do que este mantra…

Keep Calm,
Amanhã 
ou
Estou Melhor 
ou 
Estou de Ressaca…  

quinta-feira, 20 de abril de 2017

HOME

Há sempre aqueles dias em que apetece fugir da rotina, dos sitios habituais, viver e ver coisas novas que nos expandam horizontes… 

Mas na maioria dos dias, no meio da rotina e da loucura de sempre, basta olhar à volta e dar graças pela benção de ter nascido neste cantinho onde nos sentimos tão felizes.

A nossa Páscoa foi em casa e foi tão bom…







quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Dias no parque

Fim de semana com marido a trabalhar. 

Casacos apertados, lanches na mochila e vamos para a rua. O carro (que já era o de substituição por o nosso estar na oficina) só pega depois da assistência em viagem nos fazer uma visita mas esquecemos isso rapidamente…  

Os amigos perguntam se não está frio para estar no parque… respondo que não, que as corridas e as brincadeiras aquecem-nos as mãos e limpam-nos a alma.

É desta forma que recarregamos pilhas e nos preparamos para a semana seguinte. Por muito que gostemos de estar em casa nada se compara com a boa energia que passar tempo ao ar livre nos dá. 

Concordam?