
Cresci a admirá-lo. Pela sua maneira de estar. Pela excelência que empregava a tudo o que fazia. Por ser um profissional que a minha avó também muito admirava.
A última vez que o vi, nos Globos de Ouro, voltei a confirmar a sua eloquência, e a desejar que se chegar a tão bonita idade (90) conseguisse ter a mesma clareza de espírito.
Hoje é um dia triste para a familia, mas para apaziguar a dor e a saudade têm memórias fantásticas de um Homem que tiveram a sorte de ter nas suas vidas.
Paula, além de um grande comunicador, era um bom escritor. Até sempre.
ResponderEliminarEu vi agora no jornal fiquei triste :( nao esperava por uma noticias destas
ResponderEliminarPaula obrigada e volta sempre as profundezas das americas
beijinhos